Posted on February 16th, 2016

Parece mágica, mas não é. Como a energia solar é transformada em eletricidade.

Parece mágica, mas não é. Como a energia solar é transformada em eletricidade.

Nossa galáxia tem muitas estrelas, de todos os tamanhos. Nenhuma, porém, é tão importante para nós quanto o sol. Não é por acaso que o conjunto de planetas do qual a Terra faz parte é chamado de Sistema Solar. A Terra é o terceiro planeta mais próximo do sol. Mesmo assim, sua distância é de incríveis 149.600.000 km do sol.

A luz solar é essencial para a nossa existência. Sem ela, seria impossível a existência da vida e a sobrevivência no nosso ecossistema.

O avanço da tecnologia nos trouxe ferramentas que agilizam a execução de diversas tarefas que facilitam nosso dia-a-dia. Para desfrutar de todos os recursos dessas ferramentas, a eletricidade é obrigatória. Por isso, o acesso à energia elétrica tornou-se absolutamente essencial.

Eis então, que o sol, que sempre foi a principal fonte de energia para nosso planeta, surge como combustível para ser convertido também em energia elétrica. Você está prestes a descobrir como a luz do sol é transformada em eletricidade (é mais simples do que você imagina).

A energia solar é eletricidade produzida a partir da luz do sol

O processo é incrivelmente simples, tão simples que parece mágica. Mas, como veremos, não é magia – é tecnologia. A tecnologia utilizada para conversão de luz solar em eletricidade é chamada fotovoltaica (foto = luz, voltaica = volt, uma unidade de tensão elétrica). Um equipamento fotovoltaico é, portanto, um sistema onde entra luz (foto) e sai tensão elétrica (volt).

Os circuitos básicos de geração de eletricidade a partir da luz solar são as células fotovoltaicas, que são agrupadas formados unidades maiores chamadas placas fotovoltaicas ou placas solares.

As células fotovoltaicas são fatias super finas de silício

O silício é um semicondutor, que é um tipo de material muito interessante. Um semicondutor pode conduzir ou bloquear a passagem de eletricidade a partir de estímulos externos. Se a eletricidade fosse água, os semicondutores seriam como torneiras, controlando a passagem da corrente elétrica. O silício é um dos recursos mais abundantes do nosso planeta, o que torna viável a produção de paineis solares em larga escala.

As placas fotovoltaicas são então instaladas em lugares com alta incidência de luz solar, geralmente em telhados ou outros lugares bastante expostos à radiação. Quando essas placas recebem a luz do sol, os fótons (as partículas que formam a luz) estimulam os elétrons da placa.

Quando isso acontece, duas coisas podem acontecer: a primeira delas é que a energia pode ser convertida sob a forma de colar. É isso que normalmente acontece, e é por isso que a luz solar esquenta as coisas.

Porém, no caso do silício, acontece outra coisa: seus elétrons ficam livres e começam a fluir em uma determinada direção. E elétrons em movimento é outro nome que damos para – adivinha só – a eletricidade.

A corrente elétrica produzida pelos painéis é do tipo contínua. Essa corrente é então enviada através de fios para um equipamento chamado inversor, que a converte em corrente alternada, que é aquela que usamos em nossas casas.

A energia que sai do inversor está então pronta para ser utilizada para alimentar nossos equipamentos elétricos: chuveiros, TVs, geladeiras, micro-ondas, ar condicionado etc. O mais interessante desse processo é que, ao contrário de outros meios de produção de eletricidade, os painéis solares não produzem nenhum tipo de resíduo: nem líquido, nem sólido, nem gás, o que torna a energia solar completamente limpa.

A energia solar tinha um único problema. Tinha…

O único problema da energia solar é justamente que ela não está disponível 24hs por dia, porque afinal de contas, o sol só brilha de dia (e mesmo assim pode chover). Para resolver esse problema, eram utilizadas baterias para armazenar a energia para uso posterior.

Só que assim a energia deixava de ser limpa, pois os materiais utilizados na composição das baterias são altamente tóxicos e descartá-las de maneira segura é muito complicado.

Para resolver esse problema, o governo lançou um incentivo que permite que os donos de painéis solares vendam energia para as distribuidoras em troca de créditos, para que depois possam consumir energia da rede sem precisar pagar por ela.

Funciona assim: ao longo do dia, por causa da abundância de luz solar, a energia produzida é maior do que a consumida. Essa energia excedente pode então ser enviada para rede pública, o que te dá a possibilidade de ser um micro gerador de energia (e não é de graça, as distribuidoras de eletricidade compram essa energia de você).

No período noturno, onde não há luz solar disponível para alimentar os painéis, você utilizará a energia da rede pública. No fim do mês, será feito o cálculo da diferença entre a energia que você enviou e a que você consumiu, e somente a diferença será cobrada da sua conta de luz (e provavelmente seu saldo será positivo).

Com esse modelo, todos ganham: você economiza, usa seus equipamentos elétricos à vontade e os impactos ambientas são reduzidos. Simplesmente sensacional.

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